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CARNAVAL

O Carnaval de Salvador tem duração de 07 (sete) dias, sendo que nos 03 (três) primeiros dias desfilam os blocos alternativos, e nos outros dias desfilam os blocos tradicionais. Os blocos alternativos são assim chamados pois diferem dos blocos tradicionais em: preço (que é menor do que os blocos tradicionais), percurso (Barra à Ondina, com uma linda visão do mar, já os blocos tradicionais desfilam no circuito Campo Grande) e número de atrações ( sendo uma para cada dia, já no tradicional é a mesma banda durante todos os dias, com exceção de alguns blocos que estão inovando colocando atrações diferentes cada dia). O Abadá (roupa característica do carnaval) é sempre bom comprar quanto mais cedo, pois as vagas se esgotam e, na maioria das vezes quando chega em Novembro os abadás já terminaram. Circuito Dodô A concentração começa no Corredor da Vitória e se estende ao Campo Grande. É aqui que suas turbinas começam a esquentar e você se prepara para a grande maratona da folia (domingo, segunda e terça). Não se atrase ! Concentração da paquera . O buxixo e a qui!!!! Surgido na década de 80 devido ao grande crescimento do Carnaval baiano. Conhecido como Barra-Ondina, o trajeto é aproximadamente 4 km de extensão. O desfile desenvolve ao longo da orla marítima, na Av Oceânica do Porto da Barra até Ondina. Pra vocè ter uma idea: http://www.youtube.com/watch?v=JnpEAQSH2hs

Elevador Lacerda

O famoso Elevador Lacerda, um símbolo da cidade de Salvador foi construído em 1837 e ampliado em 1930, liga as cidades Alta e Baixa, além disso são também ligadas por ladeiras e modernas rampas. O Elevador Lacerda, realmente faz jus ao nome de cartão-postal de Salvador e, por sua localização, será parada obrigatória dos turistas, que poderão agora desfrutar de uma estrutura arquitetônica belíssima, voltada exatamente para impressionar os visitantes pelo conforto e a moderna tecnologia implantada. A iluminação cênica, com tons alaranjados, dará à estrutura externa do elevador um visual especial a partir do pôr-do-sol, valorizando o poente que se reflete sobre toda a sua estrutura, até se fixar na tonalidade branca. A variação cromática, que vai ocorrer entre as 18 horas e a meia-noite, será mesmo um referencial à noite, posto que, a cada passagem de hora, o Lacerda vai sofrer mudanças de cores na torre principal, que assumirá um tom azul com a proximidade da zero hora, quando os efeitos serão desligados. Com piso e laterais das paredes internas em granito, ar-condicionado central, forro impermeabilizado e corrimão em inox, o velho Lacerda surpreende pela sua beleza. Moderno, ganhou catracas de acesso eletrônico e, no pavimento inferior, uma cobertura de vidro, que permitirá a visualização da parte vertical e a impermeabilização do túnel de acesso aos equipamentos. A Sorveteria Cubana, que também marcou história ao lado do Elevador Lacerda, permanece no local. Por ser uma cidade histórica inigualável, Salvador é um dos principais centros turísticos do país. Abriga inúmeros museus e monumentos artísticos, dentre eles o Museu de Arte Sacra, Museu da Prata, Solar do Unhão, Convento da Lapa, também possuindo muitas igrejas como a Abadia de São Bento (séc. XVI), a Catedral e a Igreja do Desterro (séc. XVII) e as igrejas da Ordem Terceira de São Francisco e do Bonfim, ambas do séc. XVIII. Os monumentos históricos não acabam por aí, existem também os vários fortes costeiros espalhados pela cidade, dentre eles o de Santo Antônio da Barra (1536), Mont Serrat, São Marcelo e São Diogo, todos do séc. XVII.

Farol da Barra

A imagem do Farol da Barra,uma das mais conhecidas em Salvador. Mesmo quem nunca esteve na capital baiana é capaz de identificar, em uma foto de cartão postal, o monumento e sua localização. E se a Bahia começou em Santa Cruz de Cabrália, Salvador nasceu na Barra. Foi lá que o navegador Américo Vespúccio descortinou, em 1501, a Bahia de Todos os Santos. A posse foi oficializada com a colocação do marco da coroa portuguesa, onde hoje estão localizados o Forte e o Farol da Barra. A vocação turística de Salvador já se fazia presente naquele momento. Foi também nessa estreita faixa de areia banhada por mar de águas mansas, que a contracultura se instalou nos anos 70, com a descoberta do local por parte de hippies e tropicalistas. Pedaço disputado por turistas e moradores da cidade no Verão baiano, ao todo, a Praia da Barra tem pouco mais de 200 metros de praia, delimitada por dois fortes coloniais, já ostentou o apelido de charme de Salvador. E não deixa de merecer ainda hoje, apesar do período de degradação que o bairro passou! É de lá que pode ser visto um pôr-do-sol de encher os olhos nos fins de tarde de Verão. É o chão da Barra também um dos mais concorridos trechos do Carnaval de Salvador. É o bairro de Salvador imortalizado nas canções de Caetano Veloso, um dos bons frequentadores do pedaço desde os tempos áureos. Point da paquera, já dizia o baiano na canção: "Domingo no Porto da Barra, todo mundo agarra, mas não pode amar". São quase duas praias, de tão diferentes. De um lado, o Porto da Barra é uma enseada de águas calmas e cristalinas, que fazem do trecho o mais famoso banho de mar da cidade. A praia do Farol da Barra sinaliza o começo da Baía de Todos os Santos, é o mais recomendado ponto para apreciar o pôr-do-sol

forte de sao marcelo

Forte de São Marcelo (ou do Mar) Com planta circular e um torreão de 15m de altura, foi construído para impedir a entrada no porto de Salvador, cruzando fogo com os fortes de São Francisco, São Felipe e São Paulo da Gamboa. Um dos pontos mais visitados e fotografados de Salvador, está situado completamente dentro do mar e, em seu interior podem ser encontrados bancos feitos de conchas. Abriga o Museu do Mar. Seu acesso é feito através de um barco saindo da Rampa dos Saveiros, perto do Mercado Modelo.

Igreja do senhor do bomfim

Situada no Largo do Bonfim, é cenário de uma das maiores manifestações da fé baiana, a Lavagem do Bonfim, que acontece todo mês de janeiro, quando milhares de devotos, vestidos de branco, lavam suas escadas e seu adro com água perfumada. Abriga o Museu de Ex-Votos, com peças em cera, fotos e cartas de fiéis. Católico, por influência de colonizadores portugueses, e filho-de-santo de candomblé, por influência africana, o povo baiano é muito religioso. Salvador possui dezenas de igrejas das mais diversas ordens religiosas. Datadas do séculos 17 e 18, alguns dos mais famosos monumentos histórico-religiosos estão no Centro Histórico.

Mapa Camarotes Carnaval 2016 Barra-Ondina

Circuito Dodô (Barra/Ondina) Como foi criado mais recentemente, este percurso é conhecido como alternativo. Os blocos se concentram em frente ao Farol da Barra, onde começam o desfile seguindo pela orla marítima de Salvador até o bairro de Ondina. O percurso de 04 km é feito em média em 4 horas à beira-mar, o que torna o desfile mais agradável e tranquilo.

Mercado modelo

Quem assistiu pela televisão as imagens do Mercado Modelo sendo destruído pelo fogo, no grande acidente de 1983, até hoje se emociona. Apenas a estrutura ficou de pé. Parecia que o imponente prédio, construído em 1861 para abrigar a terceira alfândega de Salvador, nunca mais serviria de cenário para tantas histórias da Bahia. Mas esse foi, na verdade, o segundo incêndio da história dos comerciantes do Mercado Modelo: treze anos antes, em 1969, o prédio original do mercado, que funcionava ao lado da Rua Chile, foi destruído, sendo esta a causa da mudança para a Praça Cayru, em 1971. Depois da reforma, o Mercado Modelo voltou a funcionar ainda mais imponente, no local funcionam 262 boxes, em dois andares. Existem ainda dois restaurantes, o Camafeu de Oxóssi e Maria de São Pedro, que curiosamente ocupam o mesmo espaço no andar superior. Já no térreo, estão bares mais simples, com bebidas típicas e tira-gosto. No mercado podem ser encontrados os mais variados tipos de artesanato baiano, desde peças de cerâmica, madeira, renda, palha, até jóias com pedras semi-preciosas, prata, couro. E, claro, figas, patuás, balangandãs típicos da Bahia. O Mercado Modelo parece ser o cenário ideal para uma roda de capoeira, o colorido do artesanato, o mar ao fundo e o som do berimbau fazem parar o olhar de turistas e pessoas que transitam pelo Comércio. Todos ficam hipnotizados pela música e o gingado dos capoeiristas. As rodas de capoeira já fazem parte da paisagem e algumas cantigas fazem alusão ao mais famoso mercado da Bahia. Mesmo quem nunca veio a Salvador conhece o Mercado Modelo, pelo menos de nome. Muitos ainda conhecem a imagem de cartão postal do belo prédio amarelo. Parada obrigatória para quem visita a capital baiana, o local é um dos cinco pontos turísticos mais visitados de Salvador. A rampa, que serve de ponto de venda de peixes, é citada em pelo menos três livros de Jorge Amado: Mar Morto (1936), Morte de Quincas Berro Dágua (1961) e O Sumiço da Santa (1988). O espaço funciona todos os dias da semana das 9h às 19h. Aos domingos e feriados, o fechamento é mais cedo, às 14h.

Museu Solar do Unhao

JÓIAS DO MUSEU DE ARTE MODERNA - O imponente conjunto arquitetônico do Solar do Unhão abriga, desde 1963, o Museu de Arte Moderna (MAM) da Bahia, um ponto obrigatório de visita na capital baiana. Com um acervo de mais de 700 obras, o museu possui preciosidades como O Boi na Floresta, de Tarsila do Amaral, Natureza Morta e Retrato, de Di Cavalcanti, e Vendedor de Passarinho, de Portinari. ESCULTURAS - O museu, propriamente dito, funciona na parte superior do casarão principal. A sala principal é deslumbrante, destacando-se os janelões com vista para o mar. Chama a atenção nessa sala uma belíssima escada de madeira projetada pela arquiteta Lina Bo Bardi ­ responsável pelo projeto de recuperação e restauração do solar. Na área externa do museu, o Jardim das Esculturas, recém-inaugurado, reúne peças de Carybé e de outros artistas brasileiros, como Emanuel Araújo, Ivens Machado, José Resende, Mário Cravo, Mestre Didi, Tunga e Siron Franco. Ocupando uma área de 10 mil m2, o jardim é o primeiro espaço cultural do país especialmente planejado para a exposição de esculturas ao ar livre.

Pelourinho

Ruas estreitas, calçadas com paralelepípedos. Sobrados coloridos, construções seculares, gente simples, que já foi marginalizada pela história, mas que hoje se orgulha de habitar um dos mais importantes centros históricos do Brasil. O Pelourinho é tudo isso. Sua trajetória é permeada de momentos de glória e também de degradação social, que foi acentuada por lá na década de 60 quando da expansão de outras localidades da capital baiana, o Pelourinho começou a sofrer com o caos econômico. Hoje, restaurado e tendo sua importância resgatada pelo Governo do Estado da Bahia, é um dos nossos principais pontos turísticos e um dos maiores patrimônios históricos e culturais brasileiros. Em tempos distantes, a palavra "pelourinho" identificava o lugar dos engenhos reservados para castigar os escravos. O que é atualmente um local rico em costumes culturais, pólo musical e do artesanato baiano, também serviu para esta triste finalidade. Lá, os senhores de engenho castigavam publicamente os seus escravos, dando ao povo uma prova de poder. Entre os séculos XVI e XX, a aristocracia de Salvador era população que habitava o Pelourinho. Eram políticos, comerciantes abonados e integrantes do clero se concentravam ali. As importantes sedes do poder também tinham suas bases lá: Assembléia Legislativa, a sede do Governo do Estado, Câmara Municipal e a sede da Prefeitura. Atualmente continuam naquela localidade a Câmara Municipal e a Prefeitura da cidade. Apesar de o nome ter sido mantido, o Pelourinho foi se transformando em um bairro, ou melhor, no mais imponente conjunto arquitetônico barroco de Salvador, abrigando as mais importantes entre as igrejas da cidade, além de sedes de entidades de respeito como o ijexá Filhos e Gandhy e o afro Olodum. É neste local (cuja história e sonoridade ecoada dos tambores chamou a atenção de personalidades do música mundial como: Michael Jackson e Paul Simon) que estão escolas que lapidam o talento de pequenos músicos, promessas de mostrar a outras gerações a riqueza musical da localidade. É a cultura que ainda guarda fortes influências das culturas africana e indígena. Também no Pelourinho estão as diversas lojinhas de artesanato, que tanto chamam a atenção dos milhares de turistas que visitam a cidade a cada ano. Esses, por sua vez, não passam por Salvador sem ser "batizados" com uma caminhada pelas ladeiras do Pelô, como é carinhosamente chamado por nativos e visitantes. Esses, aliás, são atraídos também pela efervescência cultural que todas as noites toma conta do bairro. É o reggae, é roda de capoeira, é a conversa com os moradores de lá, é a história de cada construção, o artesanato. Tudo quer expressar alguma coisa e nenhum visitante passa impune, acaba se rendendo aos encantos do lugar. Quem viu o Pelourinho há dez anos e hoje se depara com tantas mudanças se surpreende com tamanho desenvolvimento, o que trouxe modernidade ao bairro, maior qualidade de vida aos moradores e, claro, aconchego a quem chega. Pode-se dizer que após a reforma, o Pelourinho resgatou sua pluralidade cultural e religiosa, sem perder sua singularidade turística para a qual sempre teve vocação. O Pelourinho hoje não é mais dos escravos, é um patrimônio do povo, representa um símbolo da liberdade. Por isso mesmo chama tanto a atenção a ponto de já ter tido sua beleza e história registrados em fotografias, documentários, música, livros. E quem não lembra da minissérie e telenovela da Globo "Dona Flor e seus dois maridos"? Pelas características topográficas, ao chegar na cidade, o navegador Tomé de Souza decidiu construir no Pelourinho a base da cidade-fortaleza. O lugar era o ideal, pois estava localizado na parte mais alta da cidade, de frente para o porto, facilitando identificar a ação dos inimigos que poderiam atacar pelo mar.O Pelourinho fica em cima de uma muralha com quase 90 metros de altura.

Salvador

A natureza tropical em todo seu esplendor, a cultura rica em manifestações populares, a história cheia de aventuras e heroísmo. Este foi o local escolhido para o início de uma civilização de paz, amor e fraternidade. Na primeira capital do Brasil, seu povo vive em harmonia e alegria, os poetas, escritores, cantores, pintores, encontram aqui, sua maior fonte de inspiração. Salvador da Bahia de Todos os Santos, e seus saveiros, de Gregório de Matos e suas críticas, de Castro Alves e seus poemas, Dorival Caymmi e suas canções, de Jorge Amado e seus romances, Caribé e suas pinturas, de Glauber Rocha e seus filmes, de suas músicas com Caetano Veloso, Gilberto Gil , Gal Costa, Maria Bethânia, Armandinho,Ivete Sangalo,Daniela Mercury, Moraes Moreira, Paulinho Boca de Cantor, Chiclete com Banana, Netinho, Durval Lélis, Carlinhos Brown, Nana, Dori e Danilo Caymmi, João Gilberto, Margareth Menezes, Lazzo Mattumbi, etc... Os seus habitantes possuem uma auto-estima inigualável, uma alegria ímpar, contagiante, expressa em diferentes formas de vida, na música, na dança, no gingado da capoeira, no sorriso livre e franco de cada pessoa. Salvador é tudo isso e muito mais. A terra de grandes artistas, de escritores famosos, de gente que sabe acolher bem a todos. Fundada em 29 de março de 1549, Salvador foi a primeira capital do Brasil, posição que manteve durante 214 anos (1549-1763). Salvador é a capital do estado da Bahia, e também uma das cidades mais importantes do Nordeste. Ela está situada na entrada da Baía de Todos os Santos e sua Região Metropolitana abrange oito municípios, que somam um total de 2.618.432 habitantes em uma área de 324Km². Salvador ocupa a península que se projeta no sentido NORTE - SUL, fechando a baía pelo lado.

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